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O cantor, compositor, instrumentista e arranjador Ricardo Vilas, apresenta no dia, 10 de maio, o show “Samba, Semba & Outras Bossas”

Centro da Música Carioca Artur da Távola, às 19h.

O projeto, ao citar em seu título estes dois gêneros musicais, visa estabelecer um diálogo entre as músicas populares do Brasil e da África de língua oficial portuguesa (Angola, Moçambique, Cabo Verde).

Neste show, Ricardo presenteia o público com um repertório de primeira composto de 18 canções, entre as quais 10 inéditas, e será em sua maioria autoral ou em parceria, como: “Diferença (Ricardo Vilas)”, “Que Verso Posso Fazer” (Ricardo Vilas/ Mário Lago), “Canto da Liberdade” (Ricardo Vilas/ Marquinhos de Oswaldo Cruz), “Sim ou Não” (Ricardo Vilas/ Paulo Sergio Valle), “Estrela da Canção” (Ricardo Vilas), entre outras mais.

Ricardo será acompanhado pela sua Banda Bacana, formada por Domingos Teixeira (violão), Jovi Joviniano (percussão), Fernando Pereira (bateria), Geferson Horta (baixo).

Ricardo Vilas, passou os primeiros anos de sua trajetória musical ficou exilado na França, onde iniciou seus primeiros contatos com as músicas do mundo que circulavam na cena parisiense; africanas, caribenhas e latino-americanas. Vilas experimentou novas fusões, novas ideias, e, ao mesmo tempo, com a distância, mergulhou mais profundamente nas tradições musicais brasileiras.

Serviço:

Show: “Samba, Semba & Outras Bossas”
Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola
Endereço: Rua Conde Bonfim, 824 – Tijuca
Dia: 10 de maio de 2024 – (sexta-feira)
Horário: 19h
Preços:
R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia)

Vendas on line: Riocultura

Sobre Ricardo Vilas:

Ricardo Vilas, cantor, compositor, instrumentista e arranjador, além de ser mestre em Etnomusicologia (Université Paris VIII) Doutor em Antropologia (UFRJ) Pós-doutor em História (UFF).

Em 1967, aos 17 anos, funda com quatro amigos do Colégio de Aplicação da UFRJ – Mauricio Maestro, David Tygel e Zé Rodrix – o grupo vocal Momento Quatro. Neste mesmo ano o grupo defende com Edu Lobo a música PONTEIO, vencedora do Festival de MPB daquele ano.

A comemoração pela vitória de Ponteio, em 1967. (Ricardo Vilas, entre Edu Lobo e David Tygel).

Em 1969, por suas atividades nos movimentos de resistência estudantis e artísticos dos anos de 1968-69, Ricardo Vilas é banido pelo regime militar que se instaurou no Brasil.

Foram 10 anos de exílio na França, Ricardo Vilas forma dupla com Teca Calazans: “Teca & Ricardo”, uma trajetória de muito sucesso com discos e shows pela França e outros países europeus.

Em dezembro de 1979, Ricardo Vilas está de volta volta ao país. Durante os anos 80, além dacarreira artística, desta vez solo, ele é também contratado como produtor musical pela Tv Globo, onde compõe e grava temas e trilhas para programas como Sitio do Picapau Amarelo, novelas diversas como Roque Santeiro, e o Globo de Ouro.

Em 1989 volta a fixar residência em Paris, desta vez voluntariamente, onde permanece até início de 2008, levando a sua música, e a música brasileira, aos palcos, aos festivais, às rádios e Tvs europeias.

Em 2008, volta a fixar residência no Rio de Janeiro, onde paralelamente a sua carreira de

intérprete e compositor, ele assume a Direção Musical da EBC (Tv Brasil, rádios Mec e Nacional), até janeiro de 2017.

De março de 2017 a novembro de 2018 é contratado pela MultiRio, empresa multimídia da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, onde é coordenador da Web Radio e diretor de

programas da Tv MultiRio. O intérprete e compositor de MPB não pára, e sua trajetória hoje comporta 27 álbuns fonográficos autorais, lançados entre o Brasil e a França.

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