IA avança na Governança Corporativa, mas decisões estratégicas continuam dependendo de pessoas, alerta diretora-geral do IBGC
Valeria Café defende uma governança mais adaptativa e afirma que pensamento crítico, ética e capacidade de lidar com incertezas serão decisivos para empresas
A inteligência artificial já está sendo amplamente utilizada para melhorar a capacidade de análise e transformar processos dentro das empresas, mas não substitui o elemento central das decisões estratégicas: as pessoas. Essa é uma das principais conclusões de Valeria Café, diretora-geral do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), em entrevista à edição de outubro da Revista RI. Para ela, a adoção de novas tecnologias exige mudanças na própria forma como conselhos e executivos tomam decisões e lidam com riscos.“O ser humano decide, o ser humano se transforma e, no final, a responsabilização é do ser humano”, afirma Vale...
