Jornada de trabalho: os acordos informais que ainda criam passivos para as empresas
Controle de jornada que não corresponde à rotina, horas extras combinadas verbalmente, banco de horas sem controle e mensagens depois do expediente podem transformar práticas aparentemente simples em problemas trabalhistas
O funcionário deveria sair às 18 horas, mas termina uma tarefa antes de ir embora. Em outro setor, a equipe combina com o gestor que as horas trabalhadas a mais serão compensadas “quando der”. Há ainda quem registre a saída e permaneça alguns minutos finalizando o trabalho ou quem receba uma mensagem do chefe à noite e entenda que precisa responder imediatamente.
Separadamente, essas situações podem parecer pequenos ajustes da rotina. Quando passam a fazer parte do funcionamento habitual de uma empresa sem controle adequado, porém, deixam de ser apenas uma questão de o...
