quinta-feira, julho 25 Notícias do Brasil e do Mundo, 24h por dia

“Não se apaixone”

foto de divulgação
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Para as mulheres que curtem dividir o parceiro e frequentar casas de swing, esse é o recado delas

Se você pensa que só os homens sentem desejos eróticos, pode ter certeza que isso é um grande engano. E se estamos no mês da mulher, é justamente delas que vamos falar aqui, afinal, o homem vem sempre com os mesmos fetiches: roupas de couro, lingeries, uniformes sensuais, sexo em lugares públicos.

Mas e as mulheres?

Bom, aí é importante você levar em consideração que esse público também sente tanto desejo quanto o sexo oposto e possue, ainda, seus próprios fetiches.

“O parceiro precisa ir além do pensamento de simples exposição ao prazer e pensar no lado feminino. Em uma conversa a dois, o casal pode buscar abertamente entender o que agrada a cada um e abrir o jogo sobre as vontades sexuais. Essa cumplicidade vai reforçar o respeito mútuo e trazer muito mais intimidade”, explica a sexóloga Tamara Wall Zanotelli.

Bom, é o sexo a três?

Disto isso, agora, sim, vamos ao sexo a três: apesar de muito comum, este é um fetiche que ainda pode causar bastante estranhamento entre casais, principalmente naqueles de longa data. Mas o fato é que tanto homens quanto mulheres podem sentir tesão em ver o parceiro transar com outras pessoas e desafiar o conceito de relacionamento que temos atualmente.

“Essa prática é chamada de swing e existem vários clubes onde é possível praticá-la. Além disso, também podemos destacar o voyeurismo, que consiste em apenas assistir duas ou mais pessoas fazendo sexo, e também está bastante relacionado ao swing, podendo despertar os desejos mais secretos e sensuais de sua parceira”, comenta Tamara.

Para ela, não há nada de exorbitante ou fora do comum gostar de sexo entre mais pessoas.

O Swing é considerado uma atividade sexual não monogâmica, tratada como qualquer outra atividade social, que pode ser experimentada por um casal e a monogamia emocional, ou o compromisso com a relação de amor com o parceiro de

matrimônio se mantém como o foco principal e aqui vem o dito recado: não vale se apaixonar pelo terceiro envolvido

“O swing será bom para o casal que entende e tem seus combinados do que pode e do que não pode, de qual é a estrada que vão percorrer, em busca de quê, quais são os limites e qual é a hora de avançar, parar ou até mesmo retroagir. Por isso o diálogo aberto conta muito”.

E isso é o que leva a um último ponto de destaque pela sexóloga: “você precisa estar atento ao momento do seu relacionamento. Nunca vá para um swing em busca de prazeres e por insatisfação com o parceiro, pois com certeza isso levará ao fim do seu relacionamento. Primeiro ajuste as pontas para depois experimentar os prazer sexuais em grupo”.

Sabendo disso, que tal ver com sua parceira o que a satisfaz? Você pode se surpreender…

Sobre Tamara W. Zanotelli:

Sexóloga e Terapeuta Sexual Palestrante Empresária. É pós-graduada em Sexologia pelo ZAYN Sexóloga formada pela instituição CTSex, Consultora de Saúde e Educação Sexual pelo CTsex. Graduada em TCS terapia cognitiva Sexual Extensão em Sexologia Forense pela Novaclase. Terapeuta Sexual pelo instituto Pedras Verdes. Terapeuta Tântrica pela escola Metamorfose Evandro Palma e Membro da ABRASEX – associação brasileira dos profissionais de saúde, educação e terapia sexual.

Mais informações: https://www.instagram.com/tamarasexologa

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