
Montagem será apresentada nesta quarta 25/2 com duas sessões gratuitas, dentro de circulação pelo interior paulista que integra o Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo
A experiência de acompanhar o adoecimento da própria mãe se transforma em matéria cênica no espetáculo “Meu Nome: Mamãe”, idealizado e interpretado por Aury Porto, fundador da mundana companhia. A apresentação acontece no dia 25 de fevereiro, no Teatro do Sesc Piracicaba, em duas sessões gratuitas.A circulação integra o Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, mecanismo que garante a difusão do trabalho por oito cidades do interior, ampliando o acesso a produções contemporâneas fora da capital.Em cena, Aury Porto constrói um solo que não se limita ao relato autobiográfico. A narrativa parte da convivência com a mãe, diagnosticada com Alzheimer há quase 20 anos, para criar uma arquitetura dramatúrgica onde realidade e invenção se cruzam. Filho e Mãe surgem como presenças que se alternam, tensionando a ideia de identidade fixa e expondo as zonas instáveis da memória.O espetáculo evita o tom explicativo ou médico. Em vez disso, investe na dimensão humana da experiência, revelando situações cotidianas atravessadas por humor, estranhamento e delicadeza. Ao deslocar o foco da doença como sinônimo de ausência, a montagem evidencia outras formas de vínculo que persistem mesmo quando as lembranças falham.A direção é assinada por Janaina Leite, que insere o trabalho no campo das criações que dialogam diretamente com a vida real. “A forma como essa família lida com a doença abre uma outra dimensão de presença. A saída lúdica encontrada para essa convivência é o próprio retrato do teatro no encontro com a vida”, afirma a diretora.A dramaturgia de Claudia Barral organiza fragmentos de histórias, ações e depoimentos em uma composição que espelha o funcionamento da memória: descontínua, sensorial e, por vezes, imprevisível. Visualmente, a cena dialoga com referências do sertão nordestino na direção de arte de Flora Belotti, enquanto a trilha original de Rodolfo Dias Paes (DiPa) evoca paisagens afetivas do Cariri. A iluminação concebida por Ricardo Morañez cria atmosferas que transitam entre o concreto e o imaginário.Mais do que uma criação pessoal, “Meu Nome: Mamãe” se insere em um debate urgente sobre envelhecimento e cuidado em um país que registra cerca de 1,2 milhão de pessoas vivendo com Alzheimer. Ao transformar vivência em linguagem teatral, Aury Porto propõe uma reflexão sensível sobre presença, escuta e responsabilidade coletiva.SERVIÇOEspetáculo “Meu Nome: Mamãe”Data: 25 de fevereiro de 2026Horários: 14h e 20hLocal: Teatro Sesc PiracicabaEndereço: Rua Ipiranga, 155 – Centro• A sessão das 20h contará com interpretação em Libras e conversa com a equipe após a apresentação.Classificação indicativa: 12 anosEntrada gratuita.FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO Crédito: Renato Mangolin https://drive.google.com/drive/folders/1BH7yYiG_trJ8f8LOyNyIIQu-lLRZTvmS?usp=drive_linkAssessoria de Imprensa:UPGRADE COMUNICAÇÃOGraciela Binaghi – (11) 99174-4484Felipe Palhano – (85) 99760-7527Israel Oliveira – (85) 99214-7789E-mail: [email protected]
[SUGESTÃO DE PAUTA: TEATRO]“Meu Nome: Mamãe” | Mundana companhia leva ao Sesc Piracicaba espetáculo sobre Alzheimer e relações familiares com Aury Porto
Montagem será apresentada nesta quarta 25/2 com duas sessões gratuitas, dentro de circulação pelo interior paulista que integra o Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo
A experiência de acompanhar o adoecimento da própria mãe se transforma em matéria cênica no espetáculo “Meu Nome: Mamãe”, idealizado e interpretado por Aury Porto, fundador da mundana companhia. A apresentação acontece no dia 25 de fevereiro, no Teatro do Sesc Piracicaba, em duas sessões gratuitas.
A circulação integra o Programa de Ação Cultural – ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, mecanismo que garante a difusão do trabalho por oito cidades do interior, ampliando o acesso a produções contemporâneas fora da capital.
Em cena, Aury Porto constrói um solo que não se limita ao relato autobiográfico. A narrativa parte da convivência com a mãe, diagnosticada com Alzheimer há quase 20 anos, para criar uma arquitetura dramatúrgica onde realidade e invenção se cruzam. Filho e Mãe surgem como presenças que se alternam, tensionando a ideia de identidade fixa e expondo as zonas instáveis da memória.
O espetáculo evita o tom explicativo ou médico. Em vez disso, investe na dimensão humana da experiência, revelando situações cotidianas atravessadas por humor, estranhamento e delicadeza. Ao deslocar o foco da doença como sinônimo de ausência, a montagem evidencia outras formas de vínculo que persistem mesmo quando as lembranças falham.
A direção é assinada por Janaina Leite, que insere o trabalho no campo das criações que dialogam diretamente com a vida real. “A forma como essa família lida com a doença abre uma outra dimensão de presença. A saída lúdica encontrada para essa convivência é o próprio retrato do teatro no encontro com a vida”, afirma a diretora.
A dramaturgia de Claudia Barral organiza fragmentos de histórias, ações e depoimentos em uma composição que espelha o funcionamento da memória: descontínua, sensorial e, por vezes, imprevisível. Visualmente, a cena dialoga com referências do sertão nordestino na direção de arte de Flora Belotti, enquanto a trilha original de Rodolfo Dias Paes (DiPa) evoca paisagens afetivas do Cariri. A iluminação concebida por Ricardo Morañez cria atmosferas que transitam entre o concreto e o imaginário.
Mais do que uma criação pessoal, “Meu Nome: Mamãe” se insere em um debate urgente sobre envelhecimento e cuidado em um país que registra cerca de 1,2 milhão de pessoas vivendo com Alzheimer. Ao transformar vivência em linguagem teatral, Aury Porto propõe uma reflexão sensível sobre presença, escuta e responsabilidade coletiva.
SERVIÇO
Espetáculo “Meu Nome: Mamãe”
Data: 25 de fevereiro de 2026
Horários: 14h e 20h
Local: Teatro Sesc Piracicaba
Endereço: Rua Ipiranga, 155 – Centro
- A sessão das 20h contará com interpretação em Libras e conversa com a equipe após a apresentação.
Classificação indicativa: 12 anos
Entrada gratuita.
FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO
Crédito: Renato Mangolin
Assessoria de Imprensa:
UPGRADE COMUNICAÇÃO
Graciela Binaghi – (11) 99174-4484
Felipe Palhano – (85) 99760-7527
Israel Oliveira – (85) 99214-7789
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