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Lucas Pizane homenageia Zé Pelintra com releitura contemporânea no Baile da Vogue 2026

Lucas Pizane chegará ao Baile da Vogue 2026, na noite de hoje, com um figurino que une moda, identidade e cultura brasileira em uma leitura potente e contemporânea. Realizado no Copacabana Palace, um dos endereços mais icônicos do país, o baile é considerado um dos eventos mais desejados e disputados do calendário social e fashion brasileiro, reunindo artistas, formadores de opinião e grandes nomes da cultura.

Inspirado na figura de Zé Pelintra, o look propõe uma releitura estética que dialoga com o símbolo cultural que atravessou a religião, ganhou as ruas e se transformou em linguagem do carnaval.

Desenvolvido em parceria com a stylist Lou Lima, que acompanha o artista desde a final do Big Brother Brasil, o figurino traz elementos de dandismo negro e streetwear, costurados a partir de uma narrativa que celebra a malandragem elegante, a resistência e a inteligência social que Zé Pelintra representa no imaginário popular.

Mais do que uma referência visual, a proposta parte da compreensão de que Zé Pelintra se tornou um arquétipo cultural brasileiro, uma figura que nasceu no campo espiritual, mas que atravessou fronteiras e se consolidou como símbolo estético, narrativo e coletivo. No carnaval, essa imagem deixa de ser apenas entidade para se transformar em gesto, linguagem e expressão de identidade.

“O look dialoga com um símbolo que se tornou parte da nossa cultura. Zé Pelintra atravessou os terreiros, ganhou as ruas e virou linguagem do carnaval. Essa travessia é o que me inspira”, afirma Lucas Pizane.

Foto: Divulgação


“É uma homenagem feita com respeito à origem, mas com o olhar voltado para o que essa imagem se tornou no imaginário brasileiro”.

A criação foi confeccionada pelo estilista Fabrício Neves, nome em ascensão na moda nacional e responsável por figurinos de artistas como Léo Santana. A escolha reforça a conexão entre tradição e inovação, costurando referências históricas com uma estética urbana e atual.

“O carnaval tem a potência de transformar símbolos em expressão coletiva. Essa é uma leitura sobre identidade, cultura e pertencimento”, completa Pizane.

Com esse visual, o artista reafirma sua conexão com a moda como linguagem de expressão e com a cultura brasileira como território vivo, onde fé, arte e estética se encontram e se reinventam.

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