Rio de Janeiro – Uma denúncia grave envolvendo o Hotel Atlântico Prime Lapa, localizado na Rua do Rezende, região central do Rio de Janeiro, veio a público. As acusações incluem a suposta instalação de câmeras ocultas em quartos, assédio moral, uso indevido de imagem, danos morais, além da possível atuação de um grupo organizado para perseguição e vigilância ilegal.
Segundo relatos da vítima, que prefere não se identificar, tem câmeras escondidas no quarto 1019, o que, se confirma e configura violação de privacidade, crime previsto em lei. As denúncias também apontam para participação ou conivência de funcionários do hotel nos fatos relatados participando da organização criminosa.
A vítima afirma que imagens teriam sido captadas e utilizadas sem autorização, causando sérios prejuízos . O caso se agrava com a denúncia da existência de uma suposta organização criminosa, que atuaria de forma coordenada em ataques, monitorando ilegalmente e praticando calúnia e difamação.
Início
Tudo começou com Leandro Zarrete Ramos pulando o muro da casa e invadindo e perseguindo, tirando a privacidade , além de Juarez Zarrete Ramos com atos homofóbicos, hackeamento e perseguição e monitoramento 24 horas a vítima junto ao funcionário da Escola Barão Taquara, Júlio Cesar Zarrete Ramos que é apontado nos relatos como responsável por atos de invasão digital e hackeamento de celulares para vigilância da vítima divulgado print da vida pessoal da vítima, ( Dizem as más línguas que furtdo dos fios do ar condicionado do colégio não é mera coincidência #ficaadica um dos principais criminosos no caso do hotel e incentivador das crianças do colégio. ensinando o oposto que uma escola tem como princípio ( Alô Delegacia de Ensino @setimacre , além de Marília participar da quadrilha incentivando a filha menor de idade a fazer atos errados ( Alô Conselho Tutelar) @conselho_tutelar. Também são mencionados outros possíveis envolvidos, ligados a grupos de WhatsApp com pessoas do bairro para difamar a vítima (Alô Delegacia de Crimes.
@DRCI – Na Delegacia De Repressao Aos Crimes De Informatica.
As denúncias citam ainda a possível participação de funcionários públicos ligados à instituição de ensino Barão da Taquara, informação apresentada como parte das alegações, cabendo às autoridades a apuração dos fatos.
Outro ponto alarmante é a suposta utilização de alunos de escola pública para praticar ataques contra a vítima, desviando a função educacional e colocando jovens em situação de risco social.
Segundo os relatos, os crimes estariam ocorrendo há mais de três anos, com impactos profundos na vida das vítimas.
Especialistas afirmam que as confirmações práticadas configuraram em crimes com mais de 8 anos de prisão como violação de privacidade, uso indevido de imagem, assédio moral, invasão de dispositivos eletrônicos e organização criminosa.
Até o momento, não há posicionamento oficial do hotel ou dos citados. O espaço permanece aberto para manifestação. As vítimas informam que levarão o caso às autoridades policiais e ao Ministério Público, solicitando investigação rigorosa e responsabilização dos envolvidos.
Faça sua parte denunciem 181 ou 1746.
Em breve teremos mais informações sobre esse crime que passou dos limites.